Segundo pesquisa, dos clientes que mudariam de instituição, 43% pertencem ao segmento standard e 34% ao segmento premium
Se fosse fácil e descomplicado, 42% dos clientes bancários migrariam a conta-corrente para outra instituição. A conclusão é de estudo CVA Bancos 2010, da CVA Solutions, que ouviu 13.054 clientes de todas as capitais e principais cidades do País.
Segundo o levantamento, dos clientes que mudariam de instituição, 43% pertencem ao segmento standard e 34% ao segmento premium.
“Em um cruzamento de informações, verifica-se que, se os clientes rompessem a inércia e as barreiras de mobilidade, os bancos que tenderiam a apresentar um saldo positivo desta migração seriam Grupo Santander, Citibank, Itaú-Unibanco, Caixa Econômica Federal, HSBC e Banco Safra”, revela o documento.
Força da marca
De acordo com a pesquisa, a “força da marca” (atratividade líquida) do Itaú-Unibanco é a maior (15,2%), seguida de perto pelo Banco do Brasil (15,1%) e Banco Real (3,1%) no segmento standard.
O resultado ocorre, conclui o estudo, por conta da estratégia do Itaú de migrar clientes rapidamente da marca Unibanco (menos forte), conseguindo, assim, manter e melhorar seu valor percebido frente a seus clientes e fortalecer a marca no mercado.
“As conclusões do estudo mostram que a estratégia do Itaú foi bem-sucedida, já que o banco continua a apresentar bom valor percebido, apesar de ter integrado os clientes do Unibanco, que apresentavam menor valor percebido. E o Santander demonstra que gradualmente vem se beneficiando do bom valor percebido e força da marca do Banco Real. Já no caso do Banco do Brasil, como a fusão com a Nossa Caixa é mais recente, as avaliações não aparecem muito claramente. O Banco do Brasil continua com bom valor percebido e a Nossa Caixa segue tendo a pior avaliação de clientes”, observa o sócio-diretor da CVA Solutions, Sandro Cimatti.
Apesar de melhora, valor percebido dos bancos é ruim
Na comparação com os estudos anteriores - feitos somente na Região Metropolitana de São Paulo -, a nota dada aos bancos de varejo vem melhorando, já que em 2009 foi de 6,52, em 2008 de 6,45 e em 2007 de 6,43.
No entanto, segundo a última pesquisa, os bancos de varejo ainda têm um valor percebido ruim, na frente apenas de telefonia celular, planos odontológicos e planos de saúde, que são os piores entre os 23 setores da economia analisados.
A nota dada aos bancos no segmento standard foi de 6,73. Já os bancos no segmento premium tiveram nota melhor: 7,39. De acordo com o estudo, os clientes dos bancos do segmento standard consideram que o impacto de benefícios de um banco é de apenas 31%, frente aos custos que representam (69%). Para os clientes do segmento premium, o impacto de benefícios é de 34% e os custos são 66%.
Fonte: InfoMoney - 17/11/2010
Se fosse fácil e descomplicado, 42% dos clientes bancários migrariam a conta-corrente para outra instituição. A conclusão é de estudo CVA Bancos 2010, da CVA Solutions, que ouviu 13.054 clientes de todas as capitais e principais cidades do País.
Segundo o levantamento, dos clientes que mudariam de instituição, 43% pertencem ao segmento standard e 34% ao segmento premium.
“Em um cruzamento de informações, verifica-se que, se os clientes rompessem a inércia e as barreiras de mobilidade, os bancos que tenderiam a apresentar um saldo positivo desta migração seriam Grupo Santander, Citibank, Itaú-Unibanco, Caixa Econômica Federal, HSBC e Banco Safra”, revela o documento.
Força da marca
De acordo com a pesquisa, a “força da marca” (atratividade líquida) do Itaú-Unibanco é a maior (15,2%), seguida de perto pelo Banco do Brasil (15,1%) e Banco Real (3,1%) no segmento standard.
O resultado ocorre, conclui o estudo, por conta da estratégia do Itaú de migrar clientes rapidamente da marca Unibanco (menos forte), conseguindo, assim, manter e melhorar seu valor percebido frente a seus clientes e fortalecer a marca no mercado.
“As conclusões do estudo mostram que a estratégia do Itaú foi bem-sucedida, já que o banco continua a apresentar bom valor percebido, apesar de ter integrado os clientes do Unibanco, que apresentavam menor valor percebido. E o Santander demonstra que gradualmente vem se beneficiando do bom valor percebido e força da marca do Banco Real. Já no caso do Banco do Brasil, como a fusão com a Nossa Caixa é mais recente, as avaliações não aparecem muito claramente. O Banco do Brasil continua com bom valor percebido e a Nossa Caixa segue tendo a pior avaliação de clientes”, observa o sócio-diretor da CVA Solutions, Sandro Cimatti.
Apesar de melhora, valor percebido dos bancos é ruim
Na comparação com os estudos anteriores - feitos somente na Região Metropolitana de São Paulo -, a nota dada aos bancos de varejo vem melhorando, já que em 2009 foi de 6,52, em 2008 de 6,45 e em 2007 de 6,43.
No entanto, segundo a última pesquisa, os bancos de varejo ainda têm um valor percebido ruim, na frente apenas de telefonia celular, planos odontológicos e planos de saúde, que são os piores entre os 23 setores da economia analisados.
A nota dada aos bancos no segmento standard foi de 6,73. Já os bancos no segmento premium tiveram nota melhor: 7,39. De acordo com o estudo, os clientes dos bancos do segmento standard consideram que o impacto de benefícios de um banco é de apenas 31%, frente aos custos que representam (69%). Para os clientes do segmento premium, o impacto de benefícios é de 34% e os custos são 66%.
Fonte: InfoMoney - 17/11/2010